Play for Today
Desejava há tempos esta compilação dos singles feitos entre 1979 e 1985 por essa grande banda de rock alternativo britânico.
Ainda compro CDs originais de bandas das quais eu realmente goste. Com Cure não poderia ser diferente, ainda mais porque esse álbum abrange canções das tendências musicais mais distintas deles: o punk existencialista (Killing An Arab), canções inocentes sobre fracassos amorosos (10:15 Saturday Night, Boys Don't Cry), a ambientação soturna (A Forest, Play For Today), a melancolia da fase gótica (Charlotte Sometimes, The Hanging Garden), um período serelepe e 'quase gay' (The Walk, The Lovecats) e o início da guinada para o pop alternativo (In Between Days, Close To Me).
Robert Smith foi uma das mentes mais criativas do rock nos anos 80. O The Cure, liderado por ele, compôs, ao lado do Joy Division e de The Smiths, a "santíssima trindade do post-punk" (desculpe para quem gosta de Siouxsie, Bauhaus, Echo and the Bunnymen, Gang of Four, etc, mas as três que eu citei são as mais aclamadas, influentes e importantes). Até hoje a influência da banda permanece explícita, tanto entre indies quanto entre góticos (duas tribos musicais que, em comum, têm o amor ao Cure).
E, para encerrar, um trecho da paranóia sombria de A Forest - "Suddenly I stop, but I know it's too late... I'm lost in a forest, all alone... The girl was never there, it's always the same. I'm running towards nothing, again and again and again..."

1 Comments:
fase serelepe e quase gay foi otimo...hehe
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the cure não precisa nem d comentarios... melhor banda disparada...=D
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bjins*
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